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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Projetos inacabados

Faz parte da natureza humana sonhar e idealizar as mais variadas realizações. Um hábito muito comum é a lista que se faz no início de cada ano, as famosas "proposições de ano novo". Costuma-se relacionar hábitos nocivos a serem abandonados, cursos a serem iniciados e virtudes a serem adquiridas... Propostas razoáveis e, na maioria das vezes, necessárias ao desenvolvimento daquele ser que as relacionou. No entanto, comumente, antes mesmo da primeira semana do ano acabar, a lista é abandonada em alguma gaveta, juntamente com a disposição sincera de mudança que a havia inspirado. E lá se vão para o esquecimento, mais uma vez, as mudanças prometidas para si mesmo. Quem se espera enganar? Afinal, a proposição de reforma íntima atinge primeiramente ao próprio interessado. Propostas como essas abandonadas lembram projetos que se iniciam e não se realizam. São barcos que jamais alcançam o mar. Textos sem ponto final. Obras que não saem da prancheta de desenho. Músicas jamais executadas. Flores que não desabrocharam. Filhos que não nasceram. Amores inconfessados. Desenhos que nunca tocaram um papel. Promessas não cumpridas. Sonhos abandonados. Os dias passam rápidos. As folhas brotam, crescem e mais adiante caem das árvores, enquanto as pessoas passam seus dias adiando partidas, retardando começos e cancelando mudanças. E o que poderia acontecer de modo voluntário, acaba se tornando obrigatório. A vida, um dia, há de nos cobrar pelas realizações que nos caberiam e que não levamos a termo. Que realizações serão essas? Grandes feitos? Conquistas retumbantes? Não. Por certo, as mais significativas missões que nos foram confiadas têm o objetivo de domar nossas próprias imperfeições. "Ah! Mas é tão difícil vencer hábitos antigos!" - poderíamos argumentar. No entanto, mais difícil ainda será conviver para sempre com costumes infelizes que amargam a nossa existência e a daqueles que nos cercam. Projetos inacabados, por certo, temos vários. Qual deles retomar e concluir de uma vez por todas? Cada um de nós deverá saber qual é o mais urgente e mais viável, por ora. Trata-se de uma decisão intransferível e inadiável. É chegada a hora de realizar e de transformar. É hora de abandonar as desculpas que nos serviram de muletas por tantos séculos, retardando-nos, no mesmo compasso de atraso e de teimosia vã. Que o dia de hoje seja uma marca significativa na linha do tempo de nossas existências. Pouco importa que dia da semana seja. Não interessa em que mês do ano estejamos. Não há porque esperar por outra oportunidade. Chances são como brisas que surgem rapidamente e se vão de igual forma. Não há motivo real e justo para permanecer estacionados enquanto a vida nos chama a realizar o bem. Coragem e disposição hão de ser a inspiração que nos faltava. Não amanhã, mas sim, hoje. Não depois, mas sim, a partir de agora.

Superação

Superação é poder fazer acontecer com as ferramentas que temos em mãos, superação é trabalhar da melhor forma possível independente do que pensem ou falem.Superação é irmos além do que os outros acham que somos capazes

Tipos de amor

Sobre os pressupostos antropológicos do Amor: 1- PORNÉIA: Os pressupostos materialista e somático indicam a primeira estação do amor, a infância, nesta grande Odisséia que é aprender a amar. O s gregos usavam uma palavra para este primeiro estágio, representado pelo bebê sugando o seio da mãe: Pornéia. O amor da criança é o amor físico da fome, da sede, dos reflexos primitivos, sendo a forma de amor que permite a criança buscar a mãe para ver saciados seus instintos básicos e mais primitivos de sobrevivência. De Pornéia deriva a palavra pornografia, que é o amor do bebê que precisa mamar, comer, sugar o outro. O normótico se reduz a esse tipo de amor porque reage de forma instintiva tentando sugar, consumir o outro, exaurir o outro para encontrar-se. Se nos limitarmos ao jardim da infância do amor, não haverá história para ser contada no futuro. 2- EROS: A segunda estação, o amor Eros, é o amor do adolescente; o amor, também, muito justo, regado ao encanto e a entrega imediata porque Eros simboliza o fogo ardente, a paixão avassaladora que não pensa no amanhã. É o amor no qual você busca a felicidade, você vai na direção do outro para ser feliz com ele. Se não é feliz "adolescentemente", culpa-se o outro pelos encantos desfeitos, culpa-se o outro porque não foi permitido parar para ver o outro no fogo de Eros; e isto está muito em voga. Para preencher vazios, reinicia a busca por alguém que se interponha na ausência de papai e de mamãe na vida afetiva. Portanto, o amor adolescente é também o amor do normótico. 3- PHILIA: Mas há um momento em que se compreende que ninguém pode nos dar felicidade. A felicidade é uma conseqüência natural de você ser quem é. Nem mais, nem menos. A felicidade é uma irradiação natural quando você é inteiro, verdadeiro, pleno, total. Vem, então, aquela estação e estado de Philia, o amor da troca, da parceria, quando você vai na direção do outro para aprender a ser humano com o outro, aprender a amar com o outro. Esse é o amor dos companheiros, é o amor da sinergia, é o amor da parceria. Philia é o máximo a que poderemos chegar na arte de amar, enquanto seres humanos. 4- ÁGAPE: A última estação do amor, aquela que transcende os planos, é o amor incondicional, supremo, o amor gratuito, o amor divino e transpessoal, o Ágape: o amor que é maior que o coração humano. E quando você ama em Ágape, você está trazendo para a humanidade o que está além da humanidade. Esta é a tarefa fundamental da existência: caminhar na direção da promessa que fizemos, e aprender a amar.

O que é imprescindível em um relacionamento afetivo?

1. O que é imprescindível num relacionamento afetivo para você? Carinho, atenção, confiança, compreensão, diálogo, amizade, cumplicidade, sensibilidade, empatia (ter a capacidade de se colocar no lugar do outro), atração, admiração, sinceridade, objetivos em comum, entre outros. 2. Quais são os valores que são importantes que o outro tenha e que espera coincidir com os seus? Verdade, caráter, fidelidade, etc.3. Você pretende ter filhos? Quer alguém que os queira também ou isso é indiferente?4. Faz diferença o estado civil da pessoa? Solteiro, divorciado, com filhos, sem filhos? 5. Como você lida com pessoas agressivas, autoritárias? Saberá se relacionar com alguém com essas características? E se for ao contrário? Uma pessoa acomodada, desmotivada?6. O fato da pessoa morar só ou com os pais faz diferença?7. Prefere freqüentar a casa da outra pessoa; que ela freqüente a sua, sem que você se sinta invadido; ou prefere um lugar neutro, nem de um nem de outro?8. Ser independente financeiramente é importante? Você se incomoda, ou não, em pagar contas ou dividi-las?9. Seguir, ou não, uma religião, crença, faz diferença? Se a pessoa crer em algo diferente do que você acredita o incomodará?10. Antes de terem relação sexual você pensa e/ou pretende fazer exames e pedir que o outro os faça?11. Você tem o desejo de casar ou morar junto? E se o outro não partilhar da mesma idéia?12. Você gosta de viajar? Praia, campo? 13. Gosta de praticar esportes ou não? Gostaria de alguém para compartilhar esses momentos? Ou prefere fazê-los só?14. Quais são seus hobbys? Pretende mantê-los, mesmo que a outra pessoa não tenha os mesmos que você? 15. E seus amigos? Você tende a se afastar ou todos poderão estar juntos?16. Prefere cinema ou um DVD no aconchego do lar?17. Você tem o hábito de consumir bebidas alcoólicas ou não? Como é para você se o outro não gostar ou gostar demais?18. Quais são suas atividades preferidas para o lazer, tempo livre? 19. Prefere sair com freqüência ou ficar em casa? Quais os lugares que gosta de freqüentar?20. Você fuma ou não? Como será conviver com uma pessoa que tem o hábito diferente do seu?21. Quais são seus horários habituais para dormir ou acordar? 22. Gosta de ler ou não? Caso esteja sempre com um livro na cabeceira, sente vontade de trocar opinião sobre o que leu?23. Sente necessidade de falar de seus problemas pessoais ou é mais reservado? Tem interesse pelos problemas do outro?24. Mantém contato com sua família com freqüência? É importante que o outro participe ou não desses encontros?25. Qual tipo de música tem preferência? 26. Você tende a ser uma pessoa dependente emocionalmente?27. Tem controle de suas emoções? É agressivo, explode por qualquer coisa? É impulsivo, fala sem pensar nas conseqüências? Chora por qualquer motivo?28. Quais são suas comidas preferidas? Come carne, é vegetariano, macrobiótico? 29. Gosta ou tem animal de estimação?30. Quais são os comportamentos e atitudes que você não suporta num relacionamento?31. Você tem consciência de suas necessidades emocionais? Quais são? Tem consciência de que algumas, só você mesmo poderá suprir?32. Para você é importante receber elogios, demonstrações de amor, ser cuidado?33. Sente necessidade em receber reconhecimento pelas coisas que realiza para si mesmo e/ou faz pelo outro? 34. Elogia o outro com freqüência, faz demonstrações de seu amor, seja por pequenos gestos de carinho, por verbalizações do que sente?35. Gosta de fazer surpresas, fazer com quem o outro se sinta uma pessoa importante em sua vida?36. Tem consciência que seu histórico de vida, assim como os relacionamentos afetivos anteriores, se não explorados e elaborados, podem interferir de forma negativa em seu atual e/ou futuro relacionamento?Todas essas questões, e outras mais que podem surgir no meio do caminho, devem ser refletidas inicialmente por você. Por quê? Para saber quais são seus limites, até onde está disposto a ceder e/ou mudar em alguns aspectos e situações, e principalmente porque se não forem analisados podem ser fonte de conflitos futuros. Depois de obter para si mesmo as respostas sobre cada uma dessas questões, estará menos vulnerável a permitir relações com pessoas que nada tem haver com você

Corações plastificados

A relação amorosa perfeita que a grande maioria das pessoas procura é proveniente de um sentimento mágico e irreal existente nos inúmeros contos de fadas ou filmes que apreciamos no decorrer de nossas vidas por pertencerem ao mundo dos sonhos. Sem perceber a confusão mental que muitas vezes ocorre sobre o que é amor e o que não é, torna-se difícil distinguir amor e anseio, amor e paixão, ocasionando assim as famigeradas dores amorosas ou desconfortos emocionais.Steven Carter, em seu livro "A coragem de amar", expressa claramente: "Assumir um compromisso com a pessoa que amamos significa envolver-se em uma situação de risco em que nosso frágil coração pode se machucar e ainda podemos ficar presos a um relacionamento do qual poderemos nos arrepender mais tarde. Se vamos viver uma experiência íntima, nosso coração tem de ser tão valente quanto amoroso." A ousadia também é necessária, afinal, presume-se que, em certos momentos, precisaremos optar entre a cervejinha com os amigos, ou aquela conversa tão planejada com o amigo que nos entende até a alma, e o compromisso amoroso . Desmarcar compromissos, assumir para amigos e principalmente para nós mesmos nossas escolhas, é algo que exige ousadia. Tudo isso, considerando que nossa privacidade não está sendo invadida... realmente não é tarefa das mais simples. Algumas pessoas não são capazes de manter relacionamentos verdadeiros, resistem a assumir compromissos e, ao notarem sua vulnerabilidade frente à determinada ligação amorosa, afastam-se definitivamente sem explicações ou convidam o parceiro para um confronto (briga) a fim de viabilizar uma forma do mesmo terminar a relação. Faltam motivos e coragem para assumir o desligamento de um namoro. Daí a necessidade de "passar a bola" para o outro, pois assim, talvez o sentimento de culpa seja um pouco menos intenso.Mas o que favorece comportamentos auto-destrutivos ou negativos, que impedem que a pessoa experimente a alegria de ser feliz em uma relação amorosa? A ausência de nosso conhecimento interior, ou seja, não saber quem realmente somos em nossa essência acentua o vácuo entre nós e o outro. É comum o uso de emoções de disfarce para satisfazer ou causar "boa impressão" a todos que nos cercam. Assim, vamos esquecendo quem somos nós, quais nossas vontades reais e, infelizmente, os nossos mais preciosos sonhos.Cada vez mais vamos deixando de lado nossa criança interior em nome de conquistas consideradas "imprescindíveis" no mundo dos adultos. Desta forma, administrar as emoções torna-se tarefa complicada, tal como a expressão de nossos sentimentos. Passamos a conhecer aquele medo danado de sermos abandonados ou ridicularizados ao manifestar a alegria de compartilhar a vida com quem gostamos de verdade. Geralmente, a procura por alguém ideal que venha trazer a felicidade, seguindo acima de tudo o coração e deixando a razão de lado, ou talvez a imensa carência amorosa que facilita o doar, a entrega total e descabida, além da falta de limites, faz com que as decepções ocorram freqüentemente. Diante das inúmeras desilusões, muitas pessoas plastificam seus corações sem antes considerar sua própria responsabilidade, permissões e poderes inadequados que deram ao outro. É mais fácil, então, assumir uma posição de vitimosidade e, ao mesmo tempo, isolar-se e na maioria das vezes negar-se a aceitar o amor. Aliás, podemos afirmar que tal comportamento não é privilégio de alguns, mas de quase todos nós, afinal, no decorrer de nossa história de vida, com certeza não soubemos aceitar o amor e experimentamos o quão difícil é deixar que alguém nos ame de verdade, pelo simples fato de não nos sentirmos merecedores.O importante é tomar consciência de que trazemos impressos em nossos corações "experiências" doces, amargas, tristes, suaves, sensações infinitamente indescritíveis desde nossa infância e que, ao longo de nossa história de vida, tornaram-se "marcas". Porém, apesar de tatuados, nossos corações são saudáveis e estão à espera daquele amor básico, humano, real e bem-sucedido!Impermeabilizar nossas lágrimas decididamente não é a saída mais saudável. O choro de dor ou alegria amorosa faz parte do crescimento emocional de todos os seres humanos. Não é preciso plastificar o coração com medos, rancores, dores, desilusões e fraquezas para proteger-se. Temos a capacidade de amar e impedir que o outro nos faça sofrer. Fazer uso da sinceridade, de nossas emoções autênticas, revelar quem realmente somos, valorizar nossas qualidades, reconhecer nossas limitações e o que desejamos conquistar em nossa vida amorosa são ingredientes essenciais para destruir as couraças que, por vezes, construímos inconscientemente. Decididamente seria bem mais interessante confiar no amor e, acima de tudo, em nós mesmos e em nossa potencialidade de progredir na arte de amar.

Entendendo de Nutrição em diabetes

Ao elaborar esse livro a intenção foi orientar, já que em uma consulta com a (o) nutricionista o tempo é muito curto para atividades educativas.Como o Diabetes é uma doença metabólica com pouca expressão clínica, é difícil convencer ao portador de diabetes que se não for tratado adequadamente sua vida corre risco.Coloquei orientações de modo que o portador de diabetes possa adquirir habilidades de alimentar-se em intervalos regulares; saiba classificar os alimentos em grupos de alimentos; saiba usar um plano nutricional em restaurantes e viagens; compreenda o ajuste da quantidade de comida de acordo com o seu nível de glicose sanguínea; conheça as razões para alterar a dieta prescrita;entenda a importância da dieta no tratamento do diabetes; planeje seus exercícios diários de acordo com a quantidade e horário de refeições. Desmistificar conceitos acerca da alimentação de um portador de diabetes, produtos diet, adoçantes e etc...Distinguir a alimentação de uma pessoa que só tem diabetes a de outra que tem diabetes e mais uma patologia associada como a obesidade, hipertensão, dislipidemias e nefropatia.Entender porque a (o) nutricionista necessita saber os horários, locais, refeições, quantidade da alimentação, medicamentos que utiliza, exames bioquímicos, para elaborar a orientação nutricional, bem como o significado primordial de alimentação equilibrada.Saber da importância das quatro leis fundamentais da alimentação.Ficar estimulado a adquirir hábitos alimentares mais saudáveis.Ter uma noção sobre os nutrientes encontrados nos alimentos e conhecimento das bases dos planejamentos alimentares existentes.Perceber que a orientação nutricional é individualizada e que não existe receita de bolo, porque cada ser humano é singular e único no universo, cada um com suas peculiaridades.A(o) nutricionista é uma (um) profissional que integra a equipe multidisciplinar de saúde, ela (ele) não é médica (o), não prescreve medicamentos, prescreve alimentos e todo seu saber é voltado para a ciência da nutrição, que vem crescendo bastante, tendo muito há se descobrir sobre todos os benefícios que os alimentos podem trazer para o ser humano.Todavia a (o) nutricionista não pode fazer a escolha pelo paciente, é ele quem decide como quer conduzir o tratamento de sua doença; apenas aconselho as melhores alternativas alimentares para manter a saúde.Espero que o objetivo de minhas proposições tenham sido alcançado, oferecendo ao leitor (a) uma linguagem de fácil acesso, de modo que domine o conhecimento de como se alimentar saudavelmente. Saudações Nutricionais

Alimentação saudável X alimentação do diabético

Alimentação saudável x alimentação do diabético

As pessoas diabéticas geralmente encontram dificuldades em se alimentar adequadamente e manter sua hemoglobina glicada dentro dos parâmetros considerados normais, entretanto vale ressaltar que a alimentação saudável é praticamente a mesma para a pessoa diabética. O que costuma ocorrer é que as pessoas desconhecem o que seja uma alimentação saudável.
A alimentação saudável é aquela que fornece ao organismo nutrientes em quantidades necessários para manter seu perfeito funcionamento, por exemplo um copo de leite ou 30g de queijo ou iogurte ou seja uma porção do grupo dos laticínios por dia não fornece todo o cálcio que necessitamos seria necessário 3 porções de alimento do grupo do leite, entretanto as pessoas não acham necessário toda essa quantidade ou pensam que leite é um alimento só para crianças que adulto não precisa.
Em relação a gordura existe uma necessidade de que o diabético escolha gorduras mais saudáveis porque é grande o número de diabéticos acometidos de doenças circulatórias, então a opção é adotar o uso de óleos vegetais como a canola, soja, milho girassol para refogar o arroz, o feijão, o ensopado. O azeite é uma gordura muito saudável.O conceito de se restringir ao máximo o uso da gordura é errôneo, o organismo necessita da gordura, da gordura encontrada no abacate, nos peixes, nas nozes, castanha do pará; não da gordura saturada nociva a saúde encontrada nos alimentos de origem animal e em certos alimentos de origem vegetal como a gordura do coco e a gordura hidrogenada, que contem gordura trans presentes em alimentos industrializados principalmente produtos de confeitaria como biscoitos, folhados e etc.
Como prevenção da doença cardiovascular, o diabético deve diminuir o consumo de sódio, encontrado no sal de cozinha, carnes salgadas e principalmente nos alimentos industrializados como glutamato monossódico,propionato de sódio e etc, a orientação é de não se consumir sal à mesa.
As vitaminas do complexo b, vitamina c,minerais e fibras também são importantes para diabéticos e não diabéticos, entretanto para se conseguir a dosagem ideal é necessário ingerir alimentos de origem vegetal como as hortaliças,verduras e frutas em quantidades adequadas para cobrir os requerimentos como: 3 quotas de frutas por dia, 3 a 4 quotas de hortaliças, verduras e legumes diariamente. Quando substituímos um jantar ou almoço por um pequeno lanche fica faltando vitaminas e minerais que ao longo dos anos vai trazer prejuízo para a saúde de diabéticos e não diabéticos, mais rapidamente para diabéticos por já sofrerem de uma moléstia.
Com a ingestão de vários alimentos a necessidade de alimentos do grupo das carnes fica naturalmente diminuído em relação ao que as pessoas costumam utilizar, a necessidade de alimentos protéicos é menor do que as pessoas atualmente estão utilizando, sabe-se que usar menos proteína não diminui o risco de nefropatia no diabético o que diminui esse risco é manter a hemoglobina glicada em parâmetros aceitáveis, entretanto quando a nefropatia já está instalada a pessoa estranha muito o fato de ter que diminuir a quota de alimentos do grupo protéico quando essa prática já devia ser uma rotina de vida sendo diabético ou não.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Quando as pessoas não são agradáveis

Quando as pessoas não são agradáveisSuponha que vc ainda acha que existe alguém na sua vida que lhe faz ficar com muita raiva, ou que talvez continue lhe aborrecendo pelo seu comportamento. O que vc vai fazer com eles? Como fazer para modificá-los?Quando nos queixamos de alguém que está fazendo alguma coisa que nos aborrece ou nos irrita, nós na verdade não estamos nos queixando dele(a). Nós estamos dando um testemunho sobre nós mesmos. O comportamento da outra pessoa é sem dúvida sua maneira habitual de se relacionar com as outras pessoas ( ou ao menos outras pessoas iguais a nós mesmos). Se este comportamento é adequado ou inadequado, conforme o nosso ponto de vista, será pouco provável que se possa fazer algo para modificar a outra pessoa. A única pessoa que podemos realmente mudar, é a nós mesmos.Existe a história do potentado do oriente que se queixava de que a aspereza do chão machucava seus pés. Ele então ordenou que todo o reino fosse atapetado com couro para proteger seus pés quando ele fosse passear. Porém o conselheiro-mor lhe mostrou como seria difícil atapetar todo o reino; em vez disso, sugeriu que fossem cortados pequenos pedaços de couro para proteger os pés do potentado. Já que não podemos eliminar todo o comportamento negativo das outras pessoas, temos que encontrar uma maneira de lidar com as nossas próprias reações.Suponhamos admitir, somente para o nosso conforto e conveniência, que outras pessoas nunca estão erradas. Pois o que me magoa é a minha resposta pessoal ao que ela está fazendo. Ela está somente fazendo qualquer coisa que esteja fazendo, por qualquer motivo que ela ache justo. É a minha própria reação que é a verdadeira fonte da minha dor não o que a outra pessoa está fazendo. O problema real, não é se a outra pessoa está eticamente,moralmente ou legalmente certa ou errada. O problema é que eu estou permitindo que ela me faça sofrer.Nós não vemos as coisas como elas são. Nós vemos as coisas como nós somos! Nós vemos os nossos próprios desejos e a nossa programação em cada situação que nos perturba. Não adianta gritar: "Porque ele/ela se comporta desse jeito?" " A pergunta com a qual precisamos lidar é: " Porque estou deixando que este comportamento me irrite?" Porque estou permitindo que esta pessoa decida como devo me sentir? Poucos entre nós daríamos os nossos cartões de credito a um estranho, esperando que ele o usasse com prudência e a nosso favor! Porque então, queremos colocar o nosso bem estar e a nossa satisfação nas mãos de alguém, geralmente um total desconhecido, e esperar que ele nos trate com amor, cuidado e carinho? Se não dependermos de outras pessoas, elas não podem nos desapontar. Lembre-se da última vez em que uma pessoa fez algo que lhe perturbou e aplique essas idéias á situação.

Amadurecimento

Um dos sintomas do amadurecimento é justamente o resgate da nossa jovialidade, só que não a jovialidade do corpo, que isso só se consegue até certo ponto, mas a jovialidade do espírito, tão mais prioritária. Você é adulto mesmo? Então pare de reclamar, pare de buscar o impossível, pare de exigir perfeição de si mesmo, pare de querer encontrar lógica pra tudo, pare de contabilizar prós e contras, pare de julgar os outros, pare de tentar manter sua vida sob rígido controle. Simplesmente, divirta-se.Não que seja fácil. Enquanto que um corpo sarado se obtém com exercício, musculação, dieta e discernimento quanto aos hábitos cotidianos, a leveza de espírito requer justamente o contrário: a liberação das correntes. A aventura do não-domínio. Permitir-se o erro. Não se sacrificar em demasia, já que estamos todos caminhando rumo a um mesmo destino, que não é nada espetacular. É preciso perceber a hora de tirar o pé do acelerador, afinal, quem quer cruzar a linha de chegada? Mil vezes curtir a travessia.Dores, cada um tem as suas. Mas o que nos faz cultivá-las por décadas? Creio que nos apegamos com desespero a elas por não ter o que colocar no lugar, caso a dor se vá. E então se fica ruminando, alimentando a própria “má sorte”, num processo de vitimização que chega ao nível do absurdo. Por que fazemos isso conosco?Amadurecer talvez seja descobrir que sofrer algumas perdas é inevitável, mas que não precisamos nos agarrar à dor para justificar nossa existência.

Seja vc mesmo

Para viver a vida que você quer, você deve ser quem você é. Isso pode soar como um bonito jogo de palavras, mas pense a respeito.Você pensa seus próprios pensamentos? Você sonha seus próprios sonhos? Você determina suas próprias metas? Ou você os pega emprestados de outros? Ter mais e mais do que você não quer realmente não lhe trará felicidade.A vida que você deseja não está em seguir os sonhos de outros, a idéia de outros sobre o melhor lugar para viver, ou a idéia de outros sobre o melhor carro para dirigir.A verdadeira felicidade e realização requerem que você tenha coragem de ser você mesmo. Existe uma razão para você querer as coisas que você quer. É porque você é a pessoa melhor equipada para alcançá-las.Quando você perseguir o que você realmente deseja da vida, então você estará satisfazendo seu conjunto de oportunidades, dando sua própria e especial contribuição, criando valores como só você pode fazer.Seja você de verdade. Você e o mundo inteiro serão mais ricos com isso.

Possibilidades

Freqüentemente ansiamos por melhorar a nossa situação, mas continuamos relutantes em nos aperfeiçoar. Mesmo que isso fosse possível, não seria útil. Porque as circunstâncias não trazem a verdadeira felicidade. Elas podem ampliar a nossa felicidade, mas não podem causá-la.Você é um conjunto de possibilidades. As circunstâncias atuais são a manifestação externa e visível de apenas uma parte dessas possibilidades. Se você não está feliz com as circunstâncias em que se encontra, concentre-se em desenvolver novas possibilidades dentro de si. O mundo exterior espelha a pessoa que você é por dentro.Você não atrai o que deseja. Você atrai o que você é. Para ter as coisas que você deseja, seja uma pessoa capaz de tê-las. Seja a melhor pessoa que você for capaz de ser e terá o melhor que a vida pode oferecer.

Mulheres possíveis

`Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros. Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero. Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho. Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela. Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.. Martha Medeiros - Jornalista e escritora

Vaidade, importância e utilidade

A reflexão sobre a interferência da vaidade sobre o modo como avaliamos as pessoas e as funções que elas exercem na sociedade merece especial consideração. No nosso ambiente cultural as pessoas consideradas importantes são as que conseguem se destacar, chamar a atenção sobre si. O destaque, sabemos, é gerador de um prazer erótico muito valorizado e não são poucas as pessoas que consideram este tipo de conquista como a grande fonte de felicidade. É importante ressaltar que, se isso for verdade, a grande maioria da humanidade está condenada à infelicidade eterna, a arder de inveja e a buscar meios moralmente pouco legítimos para alcançar algum tipo de notoriedade.O destaque tem muito pouco a ver com a efetiva utilidade daquela dada pessoa na vida em sociedade. Uma mulher linda que não tenha feito nada de relevante pode ser uma personagem destacada, admirada e extremamente valorizada em seu meio. O filho de um empresário de sucesso, herdeiro de fortuna à qual não fez por merecer – a não ser pela sorte de ter tido aquele cidadão como pai – pode desfilar pelas ruas com um carrão e chamar a atenção de uma forma espetacular. Estas pessoas tornam-se famosas e, hoje em dia, são chamadas de celebridades. São admiradas; suas vidas se transformam em fonte de grande curiosidade para as "pessoas comuns". Passam a representar o sonho de vida dos adolescentes e o modo como são e se vestem é imitado pela grande maioria. Os malefícios deste tipo de "classificação" das pessoas definido pela competência para chamar a atenção das outras é mais que evidente. Impulsionam os jovens para a busca desenfreada de destaque e os afasta de atividades incrivelmente gratificantes, importantes e úteis. Aliás, a palavra "importante" acabou relacionada apenas com a notoriedade que o indivíduo consegue obter. Importante é quem se destaca, quem é rico, belo, magro, reconhecido na rua... Não há, portanto, nenhuma correlação entre importância e utilidade social da atividade exercida pela pessoa. O que fica implícito neste tipo de tratamento é que atividades essenciais à vida em comum passam a ser tratadas como menores, como secundárias. Há uma completa subversão de valores. Nos dias que vivemos o importante é aquele que aparece nos jornais ou revistas. Algumas atividades determinam este tipo de destaque e elas têm, como regra, a ver com certas atividades artísticas ou com assuntos de beleza de interesse de grandes empresas. Afora isso, são famosos os chefes de cozinha, os médicos que estão "na moda", os arquitetos que fazem obras prestigiadas etc. Não se trata de desconsiderar estas atividades. O essencial é que existem atividades de extrema valia e utilidade social que não são minimamente valorizadas. O mais triste é que as que não são prestigiadas implicam em remuneração muito menor do que aquelas que trazem a fama. Assim, fama e fortuna caminham juntos.Um ator de televisão é famoso, prestigiado e muito bem remunerado. O mesmo vale para o cirurgião plástico que consegue alguma notoriedade. Agora, o enfermeiro, o professor de primeiro grau, o policial, a secretária valem muito pouco! É trágico porque poucas são as atividades mais importantes e úteis do que as que apontei acima. A pessoa que ensina nossas crianças a ler e a escrever ganha salários irrisórios porque exerce atividades que nossa sociedade não valoriza. Sim, porque o ganho define a forma como a comunidade avalia a relevância de um dado trabalho. É difícil não se indignar diante de tamanha injustiça. Não estou depreciando as atividades que geram destaque. Estou tentando transmitir a idéia de que deveríamos prestigiar aquelas criaturas que, sem alarde, cuidam do dia-a-dia dos enfermos, da formação intelectual das crianças, da segurança das nossas cidades e estradas. Que dizer então dos bombeiros, chamados sempre que catástrofes nos assolam? Ganham algum destaque na imprensa durante aqueles poucos dias em que a tragédia é notícia e depois mergulham no anoniamato. Isso não os incomoda e, em todos os países, só têm dado demonstrações de amor e orgulho pelo que fazem. Tais criaturas, que extraem satisfação intrínseca da atividade que exercem, são portadoras de boa auto-estima e muitas são bem mais felizes do que os ricos e famosos. Ainda assim mereciam um tratamento mais considerado por parte das nossas comunidades.

pensamentos...

Busco por gente, que de tanto caminhar, não tenha receio de dizer que seus pés ainda tem muito por se machucar.Quero gente que saiba exatamente por onde está indo e o que deseja encontrar, mesmo que esta busca jamais venha alcançar.

Aprendi...

De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor.Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: - um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram. Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem. Aprendi que "saber ganhar" a vida não é a mesma coisa que "saber viver". Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance. Aprendi que viver não é só receber, é também dar. Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo. Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto. Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros. Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém.As pessoas gostam de um toque humano, segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.Aprendi que ainda tenho muito que aprender. As pessoas se esquecerão do que você disse... Esquecerão o que você fez.... Mas nunca esquecerão como você as tratou.

Modo de Usar-se

Se nos usam, algum consentimento a gente deu, mesmo sem ter assinado procuração. E se estamos assim tão desfrutáveis para o uso alheio, seguramente é porque estamos nos usando pouco.Se for este o caso, seguem sugestões para usar a si mesmo: comer, beber, dormir e transar, nossas quatro necessidades básicas, sempre com segurança, mas também sem esquecer que estamos aqui para nos divertir. Usar-se nada mais é do que reconhecer a si próprio como uma fonte de prazer.Dançar sem medo de pagar mico, dizer o que pensa mesmo que isso contrarie as verdades estabelecidas, rir sem inibição – dane-se se aparecer a gengiva. Mas cuide da sua gengiva, cuide dos dentes, não se negligencie. Use seu médico, seu dentista, sua saúde.Use-se para progredir na vida. Alguma coisa você já deve ter aprendido até aqui. Encoste-se na sua própria experiência e intuição, honre sua história de vida, seu currículo, e se ele não for tão atraente, incremente-o. Use sua voz: marque entrevistas.Use sua simpatia: convença os outros. Use seus neurônios: pra todo o resto.E este coração acomodado aí no peito? Use-o, ora bolas. Não fique protegendo-se de frustrações só porque seu grande amor da adolescência não deu certo. Ou porque seu casamento até-que-a-morte-os-separe durou "apenas" 13 anos. Não enviuve de si mesmo, ninguém morreu.Use-se para conseguir uma passagem para a Patagônia, use-se para fazer amigos, use-se para evoluir. Use seus olhos para ler, chorar, reter cenas vistas e vividas – a memória e a emoção vêm muito do olho. Use os ouvidos para escutar boa música, estímulos e o silêncio mais completo. Use as pernas para pedalar, escalar, levantar da cama, ir aonde quiser. Seus dedos para pedir carona, escrever poemas, apontar distâncias. Sua boca pra sorrir, sua barriga para gerar filhos, seus seios para amamentar, seus braços para trabalhar, sua alma para preencher-se, seu cérebro para não morrer em vida.Use-se. Se você não fizer, algum engraçadinho o fará.

Acreditar na vida

Acreditar na vida É ter esperança no amanhãSaber que após a noite vem o dia.Não invadir o espaço alheioSer espontâneoAmar as pessoas incondicionalmente.Aproveitar todos os momentos...Confiar na voz da intuiçãoPerdoar as pessoasTer pensamentos positivosRespeitar os sentimentos dos outrosSer sinceroEncontrar a felicidade nas pequenas coisasEntender que somos pessoas únicasTer motivação!Enxergar além das aparênciasDescobrir que precisamos dos outrosEsquecer o que passou.Buscar novos horizontesPerceber que somos humanosVencer a nós mesmosVer a beleza da almaSair da passividadeSaber que a vida é conseqüência de nossas atitudesNão procrastinar as decisõesMimar a criança interiorDeixar acontecer...Curta as pequenas vitóriasViva apaixonado pela vidaVisualize só coisas boasEntenda que há limitesTenha auto-estimaVeja a vida com outros olhos...Saber que estamos só de Passagem...Melhorar os relacionamentosAproveitar as oportunidadesOuvir o coraçãoAcreditar em você.

Sem medo de amar

Não busque a relação perfeita!Não tenha nenhuma idéia de relação perfeita.Conviva com o que tem, entenda o que tem!Ao invés de cobrar descubra!Não se apegue, deixe ser!Porque esse é o espaço que a alma precisa para viver as experiências e descobrir os mistérios de si próprio.Gasparetto
A morte faz parte da vida, mas muitas vezes a negamos, talvez pelo medo, talvez por estarmos ocupados demais tentando sobreviver. Quando entendemos a morte como a outra face da vida, esta toma um novo sentido. Podemos efetivamente viver - e não somente sobreviver. Geralmente a morte, principalmente de pessoas queridas, nos sacode de nossa zona de conforto, de uma forma mais ou menos intensa, provocando questionamentos sobre a vida, principalmente sobre aquelas questões que adiamos a resolução. A morte nos lembra que tudo passa, que nada é para sempre, e dá uma noção real de que o tempo anda, e não espera.É preciso saber dizer adeus a quem nos deixa, mesmo sabendo que o que está presente naquele instante é um corpo sem vida. Isso realça a dignidade da vida, não só daquele que morreu, mas de quem ainda vive.Dizer que a morte faz parte da vida nos faz pensar só no final, mas é muito mais presente do que isso: a cada situação em que precisamos terminar algo para começar uma nova etapa da vida, a morte está ali.integre a morte em sua vida para que você possa viver mais plenamente. Busque soluções para aqueles problemas que vem adiando, como se o tempo não passasse. Perceba o que já terminou em sua vida, e você não reconhece. Muitas vezes nos apegamos a situações que já não fazem mais sentido, somente pela rotina.Podem ser situações de trabalho, de relacionamento, de hábitos. Viver tendo presente a perspectiva de que morreremos não deveria trazer medo, mas acentuar a responsabilidade que temos de fazer com que a nossa vida tenha o rumo que planejamos para ela. Assim, podemos ser dignos de um dia morrer conscientes de que buscamos (mas nem sempre conseguimos) realizar aquilo que é necessário da melhor forma possível.