1- Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe.
2- Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.
3- Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e
seu comportamento.
4- Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.
5- Pare de tentar se modificar para uma relação que não tem que
acontecer.
6- Mais devagar é melhor. Nunca dedique sua vida a um homem antes que
você encontre o que realmente te faz feliz.
7- Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você
merecia, "foda-se, mande pro inferno, esquece!", vocês não podem "ser
amigos". Um amigo não destrataria outro amigo.
8- Não conserte.
9- Se você sente que ele está te enrolando, provavelmente é porque ele
está mesmo. Não continue (a relação) porque você acha que "ele vai
melhorar"
10- Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as
coisas ainda não estiverem melhores.
11- A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.
12- Evite homens que têm um monte de filhos, e de um monte de mulheres
diferentes. Ele não casou com elas quando elas ficaram grávidas, então,
porque ele te trataria diferente?
13- Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.
14- Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar,
faça um escândalo.
15- Nunca deixe um homem saber de tudo. Mais tarde ele usará isso
contra você.
16- Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de
dentro.
17- Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você... Mesmo se
ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.
18- Não o torne um semideus. Ele é um homem, nada além ou aquém disso.
19- Nunca deixe um homem definir quem você é.
20- Nunca pegue o homem de alguém emprestado... Se ele traiu alguém com
você, ele te trairá.
21- Um homem vai te tratar do jeito que você permite que ele te trate.
22- Todos os homens NÃO são cachorros.
23- Você não deve ser a única a fazer tudo... Compromisso é uma via de
mão dupla.
24- Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. Não há nada
mais precioso quanto viajar. Veja as suas questões antes de um novo
relacionamento.
25- Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te
completar... Uma relação consiste de dois indivíduos completos...
Procure alguém que irá te complementar... Não suplementar.
26- Namorar é bacana, mesmo se ele não for o esperado Senhor Correto.
Mas sem compromisso.
27- Faça-o sentir falta de você algumas vezes... Quando um homem sempre
sabe que você está lá e que você está sempre disponível para ele - ele
se acha...
28- Nunca se mude para a casa dele ou da mãe dele. Nunca seja cúmplice
de um homem.
29- Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo o
que você precisa. Mantenha-o em seu radar, mas conheça outros...
30- Compartilhe isso com outras mulheres e homens (de modo que eles
saibam). Você fará alguém sorrir, outros repensarem sobre as escolhas e
outras mulheres se prepararem.
31- Dizem que se gasta um minuto para encontrar alguém especial, uma
hora para apreciar esse alguém, um dia para amá-lo e uma vida inteira
para esquecê-lo.
32- O medo de ficar sozinha faz que várias mulheres permaneçam em
relações que são abusivas e lesivas: Dr. Phill
33- Você deve saber que você é a melhor coisa que pode acontecer para
alguém e se um homem te destrata, é ele que vai perder uma coisa boa.
34- Se ele ficou atraído por você à primeira vista, saiba que ele não
foi o único. Todos eles estão te olhando, então você tem várias opções.
Faça a escolha certa.
terça-feira, 30 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Qual sua escolha?
As escolhas norteiam nosso dia-a-dia. A partir delas, poderemos atuar para ser melhor, nos mantermos no mesmo patamar ou até mesmo dar uma escorregada e caminhar para trás... É verdade! São nossas as escolhas.
São elas as responsáveis pelo que somos, fomos ou vamos ser. São elas que nos fazem evoluir ou manter o padrão, a crescer com as descobertas ou nos enterrarmos nos comportamentos repetitivos, a nos autoconhecer e/ou nos manter em relacionamentos para que não tenhamos de nos olhar...
A cada momento há uma escolha! Complexo isso, não? Mas repare, até a não escolha, é uma escolha! Ou seja: não temos saída. O fato de existirmos já nos faz todo o tempo exercitar o que queremos ou não queremos a cada momento. Quem queremos ou não queremos na nossa vida. A quem vamos nos dedicar ,ou não, com o que temos de mais precioso — nosso tempo!
E, nesse contexto, se não escolhemos seremos escolhidos. E isso, infelizmente, nem sempre atenderá nossas expectativas mais intensas.
Se tempo é vida e, portanto, não volta atrás, não podemos sair por aí recolhendo o tempo que demos ao outro, a uma causa, a uma escolha. Ele simplesmente passa e não volta! O que temos a fazer, então, é ficar atentos, presentes, vivos. Não devemos continuar a eleger de qualquer maneira o que fará ou não parte das nossas vidas.
É preciso foco, tempo, análise e reflexão para tudo o que praticamos. Tudo bem que nem sempre vamos conseguir essa qualidade. Algumas vezes vamos mesmo ligar o "piloto automático" e, nesse caso, seja o "que Deus quiser". O que não vale é ficar todo o tempo no automático enquanto a vida, os amores, os relacionamentos passam... Se agirmos dessa forma não vamos aprender com o que está acontecendo, vamos nos condenar a repetir e repetir a não escolha, ou a escolha mais complicada, por muitos e muitos anos...
E porque fazemos isso? Por que não paramos para compreender a escolha, a opção que estamos aceitando no momento em que estamos vivenciando a experiência?
Difícil responder. Pode ser por que não aprendemos, não sabemos que são nossas as escolhas. Pode ser por preguiça, por medo, etc, etc. E isso não tem absolutamente nada a ver com a disposição. Não quer dizer que não tenhamos disposição para o trabalho, para os amigos, para o lazer, para a família, para o parceiro. Nem tempo!
Arranjamos esse tempo. Nos dividimos em 1.000 para atender a tudo e a todos e, na contrapartida, não ter de pensar em nós, ou melhor, não escolher para nós. Esse tipo de atitude tem impacto direto em nossos relacionamentos. Toda vez que for mais fácil, ou menos doloroso, nos ocupar do outro do que de nós vamos ter um problema. Os sonhos, projetos, vontades, desejos, tudo do outro é do outro. Não importa se parece ter mais cor, mais importância, mais diversão — não é nosso. Podemos incluir tudo isso na nossa vida, mas, para tanto, é preciso ter uma vida.
O outro sempre irá se apaixonar pelo que fazemos de nós e não pelo que fazemos dele. Normalmente, o outro pode se cuidar muito bem. Ele sabe fazer escolhas, manter-se firme nos seus sonhos, nas suas conquistas – e evoluir. E nós?!? Quando será que vamos ter tempo para olhar, e escolher o que realmente nos importa? Dar-nos tempo, vida, atenção?
Talvez seja este um bom momento para questionar tudo. A casa, os amigos, o estilo de vida, o parceiro, o trabalho, os estudos, o cotidiano! Como estamos? Chegamos aonde queremos?! Aliás, aonde queremos chegar?!? Pare, responda sinceramente a você mesmo e... faça as suas escolhas. As SUAS escolhas!
(artigo de Sandra Maia, autora dos livros “Eu Faço Tudo por Você - Histórias e relacionamentos co-dependentes” e “Você Está Disponível? Um caminho para o amor pleno”)
São elas as responsáveis pelo que somos, fomos ou vamos ser. São elas que nos fazem evoluir ou manter o padrão, a crescer com as descobertas ou nos enterrarmos nos comportamentos repetitivos, a nos autoconhecer e/ou nos manter em relacionamentos para que não tenhamos de nos olhar...
A cada momento há uma escolha! Complexo isso, não? Mas repare, até a não escolha, é uma escolha! Ou seja: não temos saída. O fato de existirmos já nos faz todo o tempo exercitar o que queremos ou não queremos a cada momento. Quem queremos ou não queremos na nossa vida. A quem vamos nos dedicar ,ou não, com o que temos de mais precioso — nosso tempo!
E, nesse contexto, se não escolhemos seremos escolhidos. E isso, infelizmente, nem sempre atenderá nossas expectativas mais intensas.
Se tempo é vida e, portanto, não volta atrás, não podemos sair por aí recolhendo o tempo que demos ao outro, a uma causa, a uma escolha. Ele simplesmente passa e não volta! O que temos a fazer, então, é ficar atentos, presentes, vivos. Não devemos continuar a eleger de qualquer maneira o que fará ou não parte das nossas vidas.
É preciso foco, tempo, análise e reflexão para tudo o que praticamos. Tudo bem que nem sempre vamos conseguir essa qualidade. Algumas vezes vamos mesmo ligar o "piloto automático" e, nesse caso, seja o "que Deus quiser". O que não vale é ficar todo o tempo no automático enquanto a vida, os amores, os relacionamentos passam... Se agirmos dessa forma não vamos aprender com o que está acontecendo, vamos nos condenar a repetir e repetir a não escolha, ou a escolha mais complicada, por muitos e muitos anos...
E porque fazemos isso? Por que não paramos para compreender a escolha, a opção que estamos aceitando no momento em que estamos vivenciando a experiência?
Difícil responder. Pode ser por que não aprendemos, não sabemos que são nossas as escolhas. Pode ser por preguiça, por medo, etc, etc. E isso não tem absolutamente nada a ver com a disposição. Não quer dizer que não tenhamos disposição para o trabalho, para os amigos, para o lazer, para a família, para o parceiro. Nem tempo!
Arranjamos esse tempo. Nos dividimos em 1.000 para atender a tudo e a todos e, na contrapartida, não ter de pensar em nós, ou melhor, não escolher para nós. Esse tipo de atitude tem impacto direto em nossos relacionamentos. Toda vez que for mais fácil, ou menos doloroso, nos ocupar do outro do que de nós vamos ter um problema. Os sonhos, projetos, vontades, desejos, tudo do outro é do outro. Não importa se parece ter mais cor, mais importância, mais diversão — não é nosso. Podemos incluir tudo isso na nossa vida, mas, para tanto, é preciso ter uma vida.
O outro sempre irá se apaixonar pelo que fazemos de nós e não pelo que fazemos dele. Normalmente, o outro pode se cuidar muito bem. Ele sabe fazer escolhas, manter-se firme nos seus sonhos, nas suas conquistas – e evoluir. E nós?!? Quando será que vamos ter tempo para olhar, e escolher o que realmente nos importa? Dar-nos tempo, vida, atenção?
Talvez seja este um bom momento para questionar tudo. A casa, os amigos, o estilo de vida, o parceiro, o trabalho, os estudos, o cotidiano! Como estamos? Chegamos aonde queremos?! Aliás, aonde queremos chegar?!? Pare, responda sinceramente a você mesmo e... faça as suas escolhas. As SUAS escolhas!
(artigo de Sandra Maia, autora dos livros “Eu Faço Tudo por Você - Histórias e relacionamentos co-dependentes” e “Você Está Disponível? Um caminho para o amor pleno”)
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Da eternidade da alma humana
Da eternidade da alma humana
Odilon Redon, Evocação das borboletas, 1910-12.
"Todos os anos são meus," diz a alma humana, "não existe época proibida aos grandes espíritos; não há idade inalcançável ao pensamento. Quando surgir o dia em que se dividirá o que é humano e divino, este corpo ficará ali mesmo onde foi encontrado e me reunirei aos deuses. Mesmo agora não estou longe deles; apenas ainda sou detida pela existência terrestre."
Tais esperas da vida mortal são apenas um prelúdio para uma outra existência, melhor e mais durável. Da mesma forma como durante nove meses somos abrigados e preparados pelo ventre materno não para si, mas para onde deve nos lançar quando já somos capazes de respirar e viver ao ar livre, assim, durante esse período que vai da infância à velhice, amadurecemos para um outro nascimento.
Um outro nascimento nos aguarda, uma outra ordem das coisas. Ainda não podemos suportar o céu senão de longe, por isso prevê com coragem a hora decisiva não para a alma, mas para o corpo. A tudo que te rodeia, olha como móveis em um quarto de hospedaria, pois estás de passagem. A natureza despoja tanto quem entra quanto quem sai.
Não te é permitido levar mais do que tens, e até o que trouxeste para a vida ao nascer aqui deverá ser deixado. Perderás a pele, o mais superficial de teus envoltórios; perderás os ossos e os nervos, aquilo que sustenta as partes informes e flácidas de teu corpo.(...) Por que te apegas tanto a estas coisas como se tuas fossem? Apenas estás coberto por elas. Dia virá em que elas serão tiradas e, então, estarás liberto desse ventre repugnante e infecto."
Odilon Redon, Evocação das borboletas, 1910-12.
"Todos os anos são meus," diz a alma humana, "não existe época proibida aos grandes espíritos; não há idade inalcançável ao pensamento. Quando surgir o dia em que se dividirá o que é humano e divino, este corpo ficará ali mesmo onde foi encontrado e me reunirei aos deuses. Mesmo agora não estou longe deles; apenas ainda sou detida pela existência terrestre."
Tais esperas da vida mortal são apenas um prelúdio para uma outra existência, melhor e mais durável. Da mesma forma como durante nove meses somos abrigados e preparados pelo ventre materno não para si, mas para onde deve nos lançar quando já somos capazes de respirar e viver ao ar livre, assim, durante esse período que vai da infância à velhice, amadurecemos para um outro nascimento.
Um outro nascimento nos aguarda, uma outra ordem das coisas. Ainda não podemos suportar o céu senão de longe, por isso prevê com coragem a hora decisiva não para a alma, mas para o corpo. A tudo que te rodeia, olha como móveis em um quarto de hospedaria, pois estás de passagem. A natureza despoja tanto quem entra quanto quem sai.
Não te é permitido levar mais do que tens, e até o que trouxeste para a vida ao nascer aqui deverá ser deixado. Perderás a pele, o mais superficial de teus envoltórios; perderás os ossos e os nervos, aquilo que sustenta as partes informes e flácidas de teu corpo.(...) Por que te apegas tanto a estas coisas como se tuas fossem? Apenas estás coberto por elas. Dia virá em que elas serão tiradas e, então, estarás liberto desse ventre repugnante e infecto."
O verdadeiro fracasso
Fracassamos quando enxergamos a derrota antes da batalha.
Quando abandonamos a luta, com medo da discórdia.
Quando ouvimos o Não antes da pergunta.
Quando silenciamos, com medo da resposta.
Fracassamos quando o dia amanhece na hora em que deitamos.
Quando o sono vem e não nos entregamos.
Quando o medo de sonhar se transforma em pesadelo.
Quando a vida se dilui na busca que fazemos.
Fracassamos quando a chave da verdade abre as portas da mentira.
Quando lamentamos, na chegada, a hora da partida.
Quando o amor vai a leilão, no martelo da cobiça.
Fracassamos quando choramos a morte, diante da vida.
Quando abandonamos a luta, com medo da discórdia.
Quando ouvimos o Não antes da pergunta.
Quando silenciamos, com medo da resposta.
Fracassamos quando o dia amanhece na hora em que deitamos.
Quando o sono vem e não nos entregamos.
Quando o medo de sonhar se transforma em pesadelo.
Quando a vida se dilui na busca que fazemos.
Fracassamos quando a chave da verdade abre as portas da mentira.
Quando lamentamos, na chegada, a hora da partida.
Quando o amor vai a leilão, no martelo da cobiça.
Fracassamos quando choramos a morte, diante da vida.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Reflita sobre...
1. O que é imprescindível num relacionamento afetivo para você? Carinho, atenção, confiança, compreensão, diálogo, amizade, cumplicidade, sensibilidade, empatia (ter a capacidade de se colocar no lugar do outro), atração, admiração, sinceridade, objetivos em comum, entre outros.
2. Quais são os valores que são importantes que o outro tenha e que espera coincidir com os seus? Verdade, caráter, fidelidade, etc.
3. Você pretende ter filhos? Quer alguém que os queira também ou isso é indiferente?
4. Faz diferença o estado civil da pessoa? Solteiro, divorciado, com filhos, sem filhos?
5. Como você lida com pessoas agressivas, autoritárias? Saberá se relacionar com alguém com essas características? E se for ao contrário? Uma pessoa acomodada, desmotivada?
6. O fato da pessoa morar só ou com os pais faz diferença?
7. Prefere freqüentar a casa da outra pessoa; que ela freqüente a sua, sem que você se sinta invadido; ou prefere um lugar neutro, nem de um nem de outro?
8. Ser independente financeiramente é importante? Você se incomoda, ou não, em pagar contas ou dividi-las?
9. Seguir, ou não, uma religião, crença, faz diferença? Se a pessoa crer em algo diferente do que você acredita o incomodará?
10. Antes de terem relação sexual você pensa e/ou pretende fazer exames e pedir que o outro os faça?
11. Você tem o desejo de casar ou morar junto? E se o outro não partilhar da mesma idéia?
12. Você gosta de viajar? Praia, campo?
13. Gosta de praticar esportes ou não? Gostaria de alguém para compartilhar esses momentos? Ou prefere fazê-los só?
14. Quais são seus hobbys? Pretende mantê-los, mesmo que a outra pessoa não tenha os mesmos que você?
15. E seus amigos? Você tende a se afastar ou todos poderão estar juntos?
16. Prefere cinema ou um DVD no aconchego do lar?
17. Você tem o hábito de consumir bebidas alcoólicas ou não? Como é para você se o outro não gostar ou gostar demais?
18. Quais são suas atividades preferidas para o lazer, tempo livre?
19. Prefere sair com freqüência ou ficar em casa? Quais os lugares que gosta de freqüentar?
20. Você fuma ou não? Como será conviver com uma pessoa que tem o hábito diferente do seu?
21. Quais são seus horários habituais para dormir ou acordar?
22. Gosta de ler ou não? Caso esteja sempre com um livro na cabeceira, sente vontade de trocar opinião sobre o que leu?
23. Sente necessidade de falar de seus problemas pessoais ou é mais reservado? Tem interesse pelos problemas do outro?
24. Mantém contato com sua família com freqüência? É importante que o outro participe ou não desses encontros?
25. Qual tipo de música tem preferência?
26. Você tende a ser uma pessoa dependente emocionalmente?
27. Tem controle de suas emoções? É agressivo, explode por qualquer coisa? É impulsivo, fala sem pensar nas conseqüências? Chora por qualquer motivo?
28. Quais são suas comidas preferidas? Come carne, é vegetariano, macrobiótico?
29. Gosta ou tem animal de estimação?
30. Quais são os comportamentos e atitudes que você não suporta num relacionamento?
31. Você tem consciência de suas necessidades emocionais? Quais são? Tem consciência de que algumas, só você mesmo poderá suprir?
32. Para você é importante receber elogios, demonstrações de amor, ser cuidado, que cozinhem pra você?
33. Sente necessidade em receber reconhecimento pelas coisas que realiza para si mesmo e/ou faz pelo outro?
34. Elogia o outro com freqüência, faz demonstrações de seu amor, seja por pequenos gestos de carinho, por verbalizações do que sente?
35. Gosta de fazer surpresas, fazer com quem o outro se sinta uma pessoa importante em sua vida?
36. Tem consciência que seu histórico de vida, assim como os relacionamentos afetivos anteriores, se não explorados e elaborados, podem interferir de forma negativa em seu atual e/ou futuro relacionamento?
Todas essas questões, e outras mais que podem surgir no meio do caminho, devem ser refletidas inicialmente por você. Por quê? Para saber quais são seus limites, até onde está disposto a ceder e/ou mudar em alguns aspectos e situações, e principalmente porque se não forem analisados podem ser fonte de conflitos futuros. Depois de obter para si mesmo as respostas sobre cada uma dessas questões, estará menos vulnerável a permitir relações com pessoas que nada tem haver com você. O mesmo vale para quem está tendo um relacionamento, afinal sempre é tempo de reavaliar a qualidade da relação, e melhorar se for o caso, para que ambos estejam satisfeitos.
Quando possível, compartilhe aos poucos essas questões com seu companheiro, caso o tenha. Raramente as pessoas pensam em questões básicas como as citadas acima, o que com o passar do tempo podem ser geradoras de discussões, distância e conseqüente separação. Isso não quer dizer que cada pessoa que vier a conhecer ou que já está se relacionando você irá com uma listinha e sair perguntando tudo isso.
São apenas sugestões para futuras conversas e, assim, evitar conflitos, além dos que já virão pela própria convivência diária, durante o relacionamento. Elas podem fazer parte de conversas que irão surgindo naturalmente, mas antes de buscar essas respostas no outro, tenha cada uma delas bem claras para si mesmo. Você talvez se torne um pouco mais exigente, o que é natural com a maturidade e as experiências adquiridas, mas com certeza terá um relacionamento mais saudável e com muito mais probabilidades de dar certo, quem sabe, eternamente!
2. Quais são os valores que são importantes que o outro tenha e que espera coincidir com os seus? Verdade, caráter, fidelidade, etc.
3. Você pretende ter filhos? Quer alguém que os queira também ou isso é indiferente?
4. Faz diferença o estado civil da pessoa? Solteiro, divorciado, com filhos, sem filhos?
5. Como você lida com pessoas agressivas, autoritárias? Saberá se relacionar com alguém com essas características? E se for ao contrário? Uma pessoa acomodada, desmotivada?
6. O fato da pessoa morar só ou com os pais faz diferença?
7. Prefere freqüentar a casa da outra pessoa; que ela freqüente a sua, sem que você se sinta invadido; ou prefere um lugar neutro, nem de um nem de outro?
8. Ser independente financeiramente é importante? Você se incomoda, ou não, em pagar contas ou dividi-las?
9. Seguir, ou não, uma religião, crença, faz diferença? Se a pessoa crer em algo diferente do que você acredita o incomodará?
10. Antes de terem relação sexual você pensa e/ou pretende fazer exames e pedir que o outro os faça?
11. Você tem o desejo de casar ou morar junto? E se o outro não partilhar da mesma idéia?
12. Você gosta de viajar? Praia, campo?
13. Gosta de praticar esportes ou não? Gostaria de alguém para compartilhar esses momentos? Ou prefere fazê-los só?
14. Quais são seus hobbys? Pretende mantê-los, mesmo que a outra pessoa não tenha os mesmos que você?
15. E seus amigos? Você tende a se afastar ou todos poderão estar juntos?
16. Prefere cinema ou um DVD no aconchego do lar?
17. Você tem o hábito de consumir bebidas alcoólicas ou não? Como é para você se o outro não gostar ou gostar demais?
18. Quais são suas atividades preferidas para o lazer, tempo livre?
19. Prefere sair com freqüência ou ficar em casa? Quais os lugares que gosta de freqüentar?
20. Você fuma ou não? Como será conviver com uma pessoa que tem o hábito diferente do seu?
21. Quais são seus horários habituais para dormir ou acordar?
22. Gosta de ler ou não? Caso esteja sempre com um livro na cabeceira, sente vontade de trocar opinião sobre o que leu?
23. Sente necessidade de falar de seus problemas pessoais ou é mais reservado? Tem interesse pelos problemas do outro?
24. Mantém contato com sua família com freqüência? É importante que o outro participe ou não desses encontros?
25. Qual tipo de música tem preferência?
26. Você tende a ser uma pessoa dependente emocionalmente?
27. Tem controle de suas emoções? É agressivo, explode por qualquer coisa? É impulsivo, fala sem pensar nas conseqüências? Chora por qualquer motivo?
28. Quais são suas comidas preferidas? Come carne, é vegetariano, macrobiótico?
29. Gosta ou tem animal de estimação?
30. Quais são os comportamentos e atitudes que você não suporta num relacionamento?
31. Você tem consciência de suas necessidades emocionais? Quais são? Tem consciência de que algumas, só você mesmo poderá suprir?
32. Para você é importante receber elogios, demonstrações de amor, ser cuidado, que cozinhem pra você?
33. Sente necessidade em receber reconhecimento pelas coisas que realiza para si mesmo e/ou faz pelo outro?
34. Elogia o outro com freqüência, faz demonstrações de seu amor, seja por pequenos gestos de carinho, por verbalizações do que sente?
35. Gosta de fazer surpresas, fazer com quem o outro se sinta uma pessoa importante em sua vida?
36. Tem consciência que seu histórico de vida, assim como os relacionamentos afetivos anteriores, se não explorados e elaborados, podem interferir de forma negativa em seu atual e/ou futuro relacionamento?
Todas essas questões, e outras mais que podem surgir no meio do caminho, devem ser refletidas inicialmente por você. Por quê? Para saber quais são seus limites, até onde está disposto a ceder e/ou mudar em alguns aspectos e situações, e principalmente porque se não forem analisados podem ser fonte de conflitos futuros. Depois de obter para si mesmo as respostas sobre cada uma dessas questões, estará menos vulnerável a permitir relações com pessoas que nada tem haver com você. O mesmo vale para quem está tendo um relacionamento, afinal sempre é tempo de reavaliar a qualidade da relação, e melhorar se for o caso, para que ambos estejam satisfeitos.
Quando possível, compartilhe aos poucos essas questões com seu companheiro, caso o tenha. Raramente as pessoas pensam em questões básicas como as citadas acima, o que com o passar do tempo podem ser geradoras de discussões, distância e conseqüente separação. Isso não quer dizer que cada pessoa que vier a conhecer ou que já está se relacionando você irá com uma listinha e sair perguntando tudo isso.
São apenas sugestões para futuras conversas e, assim, evitar conflitos, além dos que já virão pela própria convivência diária, durante o relacionamento. Elas podem fazer parte de conversas que irão surgindo naturalmente, mas antes de buscar essas respostas no outro, tenha cada uma delas bem claras para si mesmo. Você talvez se torne um pouco mais exigente, o que é natural com a maturidade e as experiências adquiridas, mas com certeza terá um relacionamento mais saudável e com muito mais probabilidades de dar certo, quem sabe, eternamente!
Quando começamos a perder
Quando achamos que somos mais importantes do que os outros,
Quando achamos que, ao fazer somente a nossa parte, o mundo vai melhorar,
Quando colocamos os valores materiais sempre à frente dos demais,
Quando achamos que o mais importante é vencer na vida,
Quando, para isso, colocamos de lado nossa família e amigos,
Quando o dinheiro se tornou nossa única meta,
Quando achamos que poder é ter dinheiro,
Quando pensamos que tudo que acontece em nossa vida é azar,
Quando pensamos sempre negativamente,
Quando achamos que estamos sozinhos,
Quando não somos capazes de pedir ajuda,
É porque temos que dar um pouco mais de nós!
Quando achamos que, ao fazer somente a nossa parte, o mundo vai melhorar,
Quando colocamos os valores materiais sempre à frente dos demais,
Quando achamos que o mais importante é vencer na vida,
Quando, para isso, colocamos de lado nossa família e amigos,
Quando o dinheiro se tornou nossa única meta,
Quando achamos que poder é ter dinheiro,
Quando pensamos que tudo que acontece em nossa vida é azar,
Quando pensamos sempre negativamente,
Quando achamos que estamos sozinhos,
Quando não somos capazes de pedir ajuda,
É porque temos que dar um pouco mais de nós!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Metade...
Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio. Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca. Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio. Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda que triste. Que o homem que eu amo seja sempre amado, mesmo que distante. Porque metade de mim é partida, e a outra metade é saudade. Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor. Apenas respeitadas como a única coisa que resta a uma mulher inundada de sentimento. Porque metade de mim é o que eu ouço, mas a outra metade é o que calo. Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço. Que essa tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada. Porque metade de mim é o que eu penso, e a outra metade é um vulcão. Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável. Que o espelho reflita em meu rosto o doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância. Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei... Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito. E que o teu silêncio me fale cada vez mais. Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço. Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba. E que ninguém a tente complicar, porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer. Porque metade de mim é a platéia, e a outra metade, a canção. E que minha loucura seja perdoada. Porque metade de mim é amor, e a outra metade... também!
Borbo...letas
Muitas vezes, passamos um longo tempo de nossas vidas correndo desesperadamente atrás de algo que desejamos, seja um grande amor, um emprego, uma verdadeira amizade, uma casa, etc...
Muitas vezes, a vida usa símbolos, acontecimentos que são sinais para que possamos entender que, antes de merecermos aquilo que desejamos, precisamos aprender algo de importante, precisamos estar prontos e maduros pra viver determinadas situações.
Se isso está acontecendo na sua vida, pare e reflita sobre a seguinte frase:
"não corra atrás das borboletas. Cuide de seu jardim e elas virão até você!"
Devemos compreender que a vida segue seu fluxo e que esse fluxo é perfeito. Tudo acontece no seu devido tempo.
Nós, seres humanos, é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo "empurrar o rio".
O rio vai sozinho, obedecendo o ritmo da natureza.
Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, mas vivem no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão.
Mas se nos dedicarmos a cuidar de "nosso" jardim, a transformar o nosso espaço (a nossa vida) num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável... As borboletas virão até nós!!
Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá...!!!
Muitas vezes, a vida usa símbolos, acontecimentos que são sinais para que possamos entender que, antes de merecermos aquilo que desejamos, precisamos aprender algo de importante, precisamos estar prontos e maduros pra viver determinadas situações.
Se isso está acontecendo na sua vida, pare e reflita sobre a seguinte frase:
"não corra atrás das borboletas. Cuide de seu jardim e elas virão até você!"
Devemos compreender que a vida segue seu fluxo e que esse fluxo é perfeito. Tudo acontece no seu devido tempo.
Nós, seres humanos, é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo "empurrar o rio".
O rio vai sozinho, obedecendo o ritmo da natureza.
Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, mas vivem no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão.
Mas se nos dedicarmos a cuidar de "nosso" jardim, a transformar o nosso espaço (a nossa vida) num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável... As borboletas virão até nós!!
Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá...!!!
Autocrescimento
Todos desejam crescer interiormente e poucos se permitem tal avanço. Muitas vezes, atitudes benéficas são abortadas, atrasando constantemente uma nova consciência.
Liberdade de expressão é permitir-se o novo, é deixar para trás o que não faz parte do seu crescimento pessoal, é direcionar a sua atenção somente para o seu propósito de vida: evolução espiritual e o enobrecimento de seu ser.
Ser livre é romper as suas próprias barreiras, é permanecer atento às suas próprias atitudes, no sentido de determinar o bem-estar e o seu autocrescimento.
Liberte-se de seus bloqueios, de seus medos, de suas aflições, sinta o amor em seu coração e permita-se viver o que está reservado ao seu destino.
Liberdade de expressão é permitir-se o novo, é deixar para trás o que não faz parte do seu crescimento pessoal, é direcionar a sua atenção somente para o seu propósito de vida: evolução espiritual e o enobrecimento de seu ser.
Ser livre é romper as suas próprias barreiras, é permanecer atento às suas próprias atitudes, no sentido de determinar o bem-estar e o seu autocrescimento.
Liberte-se de seus bloqueios, de seus medos, de suas aflições, sinta o amor em seu coração e permita-se viver o que está reservado ao seu destino.
Amor sem esforço
Nenhuma relação deve estar fundamentada em esforço algum. Se uma das pessoas envolvidas estiver fazendo esforço para estar com a outra, algo está errado. Sabemos que um encontro é verdadeiro quando ambos sentem-se revitalizados, pulsantes e tranquilos na relação. De forma alguma devemos manter relações ou maneiras de nos relacionarmos que nos mantenham cansados e desvitalizados ou em sensação de dívida com o outro.
A aceitação é uma das palavras chave para que uma relação possa fluir sem esforço e harmoniosamente. Aceite o outro como é ou como está hoje. Aceite o momento presente como ele se apresenta, pois segundo Chopra "este momento é como deve ser, porque todo universo é como deve ser". Não lute, não se esforce para mudar seu companheiro ou a situação de vocês.Você pode querer que as coisas sejam diferentes no futuro, mas neste momento deve aceitá-las como são.
Se algo incomoda você no seu relacionamento, não resista. Diga o quanto aquilo incomoda, coloque de forma clara como se sente e retire-se. Você não precisa ,por exemplo, ficar ao lado do seu namorado quando ele está desagradavelmente mau humorado, você não precisa "aguentá-lo para provar seu amor". Desvie como um rio naturalmente faria ao encontrar uma barreira. Retire-se e deixe que o universo resolva, que a lei do mínimo esforço opere. Se você ficar repetidamente aguentando situações que te desagradem, inevitavelmente irá cobrar seu esforço em algum momento, seja consciente ou inconscientemente. Então a relação se torna um fardo, uma dívida constante para os dois.
A aceitação é uma das palavras chave para que uma relação possa fluir sem esforço e harmoniosamente. Aceite o outro como é ou como está hoje. Aceite o momento presente como ele se apresenta, pois segundo Chopra "este momento é como deve ser, porque todo universo é como deve ser". Não lute, não se esforce para mudar seu companheiro ou a situação de vocês.Você pode querer que as coisas sejam diferentes no futuro, mas neste momento deve aceitá-las como são.
Se algo incomoda você no seu relacionamento, não resista. Diga o quanto aquilo incomoda, coloque de forma clara como se sente e retire-se. Você não precisa ,por exemplo, ficar ao lado do seu namorado quando ele está desagradavelmente mau humorado, você não precisa "aguentá-lo para provar seu amor". Desvie como um rio naturalmente faria ao encontrar uma barreira. Retire-se e deixe que o universo resolva, que a lei do mínimo esforço opere. Se você ficar repetidamente aguentando situações que te desagradem, inevitavelmente irá cobrar seu esforço em algum momento, seja consciente ou inconscientemente. Então a relação se torna um fardo, uma dívida constante para os dois.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Mudança
Ninguém muda ninguém, ninguém muda sozinho, nós mudamos nos encontros, é nos relacionamentos que nos transformamos desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimentos do outro. Vc é livre?
Solidão Vista pelo Chico Buarque
Solidão não é falta de gente pra conversar, namorar, passear ou fazer sexo isso é carencia... Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausencia de entes queridos que não podem mais voltar ....isso é saudade. Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos...isto é equilíbrio. Solidaõ não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida...isto é um principio da natureza. Solidaõ não é um vazio de gente ao nosso lado... isto é circunstância. Solidão é muito mais do que isso. Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.
A serenata
“Uma noite de lua pálida e gerânios/ele viria com boca e mãos incríveis/tocar flauta no jardim./Estou no começo do meu desespero/e só vejo dois caminhos:/ou viro doida ou santa./Eu que rejeito e exprobo/o que não for natural como sangue e veias/descubro que estou chorando todo dia,/os cabelos entristecidos,/apele assaltada de indecisão./Quando ele vier,porque é certo que vêm,/de que modo vou chegar ao balcão sem juventude?/A lua, os gerânios e ele serão os mesmos/ - só a mulher entre as coisas envelhece./De que modo vou abrir a janela, se não for doida?/Como a fecharei, se não for santa?”
A serenata- Adélia Prado - Bagagem
A serenata- Adélia Prado - Bagagem
O amor patológico
O Amor Patológico parece ser descendente direto do medo egoísta de ficar só, do medo de alguém mais merecedor conquistar a pessoa amada, medo de não ter seu valor reconhecido como gostaria, de não estar recebendo o amor que acha merecido, de vir a ser abandonado (Moss, 1995). Seria, portanto, muito mais um defeito do caráter de quem "acha" que ama demais, do que do sentimento amor.
O Amor Patológico é o comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção (desmedidos ou não) ao objeto amado com a intenção de receber o seu afeto e evitar a perda. Para o diagnóstico, é importante que essa atitude "zelosa" excessiva seja mantida mesmo diante de evidências concretas de que está sendo prejudicial para alguém.
COMO IDENTIFICAR UM AMOR PATOLÓGICO?
As informações obtidas em consultórios e ambulatórios dizem que são pessoas:
1. Foram criados em lares desajustados e não tiveram suporte emocional satisfeito;
2. Não receberam atenção afetiva necessária, e tentam suprir essa necessidade tornando-se super-atenciosos, especialmente com pessoas aparentemente carentes;
3. É comum vê-los ao lado de pessoas absolutamente incompatíveis social, espiritual e emocionalmente;
4. Não se sentem atraídos por pessoas gentis, estáveis e seguras porque consideram "agradáveis e enfadonhos demais";
5. Ocasionalmente se vêem deprimidos, e tentam prevenir esses acessos melancólicos criando a qualquer custo um relacionamento instável;
6. Porque não receberam atenção, amor e afeto dos pais, reagem de forma sedutora a pessoas com porte emocional familiar e inacessível - tal e qual os pais -, e tentam transformar essa pessoa através do seu amor;
7. Porque tem medo da solidão e abandono, usam todos os meios emocionais possíveis para impedir o final de um relacionamento;
8. Se tiver que ajudar a pessoa com quem estão envolvidos, se dão demais; não existem situações, horários ou quaisquer outros tipos de impedimentos que a façam olhar para si mesmos;
9. Por estarem habituados a não receber amor durante os relacionamentos, estão dispostos a enganar-se, ter paciência, iludir-se e sofrer calados a ficar sozinhos;
10. Por conta da auto-estima negativa, arcam sempre com a culpa e com as falhas em quaisquer tipos de relacionamentos a que se submetem;
11. Não acreditam na felicidade, aoo contrário, acham que o direito à felicidade deve ser construído através de muito sofrimento e custos pessoais;
12. Porque tiveram uma infância pautada pela insegurança e raras demonstrações de afeto, sentem uma necessidade desesperadora de controlar seus parceiros e seus relacionamentos usando o artifício de "bonzinhos e prestativos";
13. Sentem profundo desgosto se não forem requisitados, e se sentem rejeitados, evidenciando o grave problema de auto-estima;
14. Possuem um desejo incontrolado de se sobrepor e de mudar as pessoas;
15. Ocasionalmente fogem da realidade, momento em que sonham com o relacionamento perfeito para fugir do caos emocional que são suas vidas;
16. São visivelmente dependentes de parceiros, e estampam nos olhos um grande sofrimento espiritual;
17. Apresentam tendência à dependência de sexo, drogas, álcool, jogos e/ou a alimentos;
18. Estão sempre envolvidos com pessoas indiferentes, que têm acessos de raiva, crueldade, violência e desonestidade porque acreditam que seu amor poderá salva-los;
19. Durante as crises vividas ao lado de pessoas descritas no item 17, a liberação da adrenalina e de toda a ansiedade envolvida na situação eles acreditam ser Amor, oportunidade em que revivem os tempos de infância;
20. Tem tendência ao suicídio porque consideram a morte parte de um sacrifício válido para chamar a atenção das pessoas.
O Amor Patológico é o comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção (desmedidos ou não) ao objeto amado com a intenção de receber o seu afeto e evitar a perda. Para o diagnóstico, é importante que essa atitude "zelosa" excessiva seja mantida mesmo diante de evidências concretas de que está sendo prejudicial para alguém.
COMO IDENTIFICAR UM AMOR PATOLÓGICO?
As informações obtidas em consultórios e ambulatórios dizem que são pessoas:
1. Foram criados em lares desajustados e não tiveram suporte emocional satisfeito;
2. Não receberam atenção afetiva necessária, e tentam suprir essa necessidade tornando-se super-atenciosos, especialmente com pessoas aparentemente carentes;
3. É comum vê-los ao lado de pessoas absolutamente incompatíveis social, espiritual e emocionalmente;
4. Não se sentem atraídos por pessoas gentis, estáveis e seguras porque consideram "agradáveis e enfadonhos demais";
5. Ocasionalmente se vêem deprimidos, e tentam prevenir esses acessos melancólicos criando a qualquer custo um relacionamento instável;
6. Porque não receberam atenção, amor e afeto dos pais, reagem de forma sedutora a pessoas com porte emocional familiar e inacessível - tal e qual os pais -, e tentam transformar essa pessoa através do seu amor;
7. Porque tem medo da solidão e abandono, usam todos os meios emocionais possíveis para impedir o final de um relacionamento;
8. Se tiver que ajudar a pessoa com quem estão envolvidos, se dão demais; não existem situações, horários ou quaisquer outros tipos de impedimentos que a façam olhar para si mesmos;
9. Por estarem habituados a não receber amor durante os relacionamentos, estão dispostos a enganar-se, ter paciência, iludir-se e sofrer calados a ficar sozinhos;
10. Por conta da auto-estima negativa, arcam sempre com a culpa e com as falhas em quaisquer tipos de relacionamentos a que se submetem;
11. Não acreditam na felicidade, aoo contrário, acham que o direito à felicidade deve ser construído através de muito sofrimento e custos pessoais;
12. Porque tiveram uma infância pautada pela insegurança e raras demonstrações de afeto, sentem uma necessidade desesperadora de controlar seus parceiros e seus relacionamentos usando o artifício de "bonzinhos e prestativos";
13. Sentem profundo desgosto se não forem requisitados, e se sentem rejeitados, evidenciando o grave problema de auto-estima;
14. Possuem um desejo incontrolado de se sobrepor e de mudar as pessoas;
15. Ocasionalmente fogem da realidade, momento em que sonham com o relacionamento perfeito para fugir do caos emocional que são suas vidas;
16. São visivelmente dependentes de parceiros, e estampam nos olhos um grande sofrimento espiritual;
17. Apresentam tendência à dependência de sexo, drogas, álcool, jogos e/ou a alimentos;
18. Estão sempre envolvidos com pessoas indiferentes, que têm acessos de raiva, crueldade, violência e desonestidade porque acreditam que seu amor poderá salva-los;
19. Durante as crises vividas ao lado de pessoas descritas no item 17, a liberação da adrenalina e de toda a ansiedade envolvida na situação eles acreditam ser Amor, oportunidade em que revivem os tempos de infância;
20. Tem tendência ao suicídio porque consideram a morte parte de um sacrifício válido para chamar a atenção das pessoas.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Desconfie sempre das coisas que começam com a letra P...
Desconfie sempre das coisas que começam com a letra P...
Por exemplo:
Promessa,
Problema,
Pedido,
Promissória,
Podre,
Presidente,
Polícia,
Político,
Peido,
Pizza...Pizza???
- Sim, ainda mais quando é
Preparada no
Palácio do
Planalto e servida
Por
Parlamentares ao
Pobre e
Patético
Povo brasileiro!
Puta que o
Pariu! Eu ainda não havia
Pensado nisso! Que
Perigo!
Pois é...
PT Saudações!
Por exemplo:
Promessa,
Problema,
Pedido,
Promissória,
Podre,
Presidente,
Polícia,
Político,
Peido,
Pizza...Pizza???
- Sim, ainda mais quando é
Preparada no
Palácio do
Planalto e servida
Por
Parlamentares ao
Pobre e
Patético
Povo brasileiro!
Puta que o
Pariu! Eu ainda não havia
Pensado nisso! Que
Perigo!
Pois é...
PT Saudações!
A função do medo
A vida é preciosa demais para permitir que o medo a detenha. A função do medo é preparar você, e não segurá-lo.
O medo aguça seus sentidos, direciona sua mente, afia seu julgamento e aumenta seu nível de energia. O medo lhe dá condições de aceitar desafios.
Conheça seu medo, extraia dele forças e vá em frente com o poder que ele lhe dá.
No medo do fracasso estão os instrumentos para o sucesso. No medo da humilhação está a energia para expressar-se com eloqüência. No medo da rejeição você achará a energia para perseverar.
Mas apenas se você não permitir que o medo o detenha. Em muitas ocasiões, o medo vai ajudá-lo a fazer mudanças positivas em sua abordagem.
Mas o medo pode ser desperdiçado se você permitir que ele o detenha. Use o seu medo para agir com mais rapidez e inteligência, e não para fugir.
O medo aguça seus sentidos, direciona sua mente, afia seu julgamento e aumenta seu nível de energia. O medo lhe dá condições de aceitar desafios.
Conheça seu medo, extraia dele forças e vá em frente com o poder que ele lhe dá.
No medo do fracasso estão os instrumentos para o sucesso. No medo da humilhação está a energia para expressar-se com eloqüência. No medo da rejeição você achará a energia para perseverar.
Mas apenas se você não permitir que o medo o detenha. Em muitas ocasiões, o medo vai ajudá-lo a fazer mudanças positivas em sua abordagem.
Mas o medo pode ser desperdiçado se você permitir que ele o detenha. Use o seu medo para agir com mais rapidez e inteligência, e não para fugir.
Diabetes e Bulimia
O planejamento alimentar é essencial para controlar o diabetes.
Quando se tem diabetes é necessário estar mais atento a comida, praticando uma administração intensiva sugerindo um fator de risco para o distúrbio alimentar de bulimia ou anorexia nervosa.
O que caracteriza a bulimia é a indução ao vômito ou uso de laxantes, após uma orgia alimentar entretanto um distúrbio semelhante ocorre com mulheres diabéticas que necessitam usar insulina, em vez de recorrer aos laxantes ou vomitório, reduz ou omite o uso da insulina na tentativa de perder peso.
Sem insulina suficiente não há como queimar açúcar e o organismo busca energia na queima de gordura estocada no corpo. Sendo que esta atitude sobrecarrega o organismo de glicose, e glicose em excesso é tóxica, levando ao mal controle do diabetes e até a morte.
Quem age assim necessita de ajuda especializada pois tem mais problemas emocionais.
Sentir e ceder ocasionalmente uma tentação alimentar é perfeitamente natural, importante é aprender a lidar com ela antes que provoque descontrole glicêmico.
Comer espontaneamente e controlar a glicemia divergem bastante e isto pode ser difícil de efetuar. Mas há maneiras de encaixar alimentos favoritos sem acabar com o controle diabético.
Ao usar insulina ou hipoglicemiante oral converse com seu terapeuta para ajustar a insulina ou hipoglicemiante oral para aquele carboidrato adicional.
Se comer algo que não está acostumado monitore a glicemia ante e após comer para saber como aquela guloseima afetou a glicemia.
Lembre que a atividade física gasta justamente a glicose extra.
Qualquer alimento pode fazer parte de um plano alimentar saudável, consulte um nutricionista.
Aprenda a perceber se é fome ou apetite, fome é fisiológico, apetite é psicológico. Reconheça que emoções podem levar a comer sem estar com fome. Elabore um diário alimentar, anotando tudo o que come, bebe, horários, local, emoção que está sentindo ( ansiedade, solidão, raiva, tédio e etc) e após alguns dias irá perceber uma tendência aparecendo, estabeleça então um plano de ação ou peça ajuda a um (a) nutricionista, e conforme o caso auxílio a um(a) psicólogo.
Beba bastante água, faça refeições e lanches regularmente. Inclua alimentos ricos em fibra, alimentos bem temperados à fim de promover maior saciedade, conte os carboidratos, mas também gratifique-se ocasionalmente, tudo com moderação.
Quando se tem diabetes é necessário estar mais atento a comida, praticando uma administração intensiva sugerindo um fator de risco para o distúrbio alimentar de bulimia ou anorexia nervosa.
O que caracteriza a bulimia é a indução ao vômito ou uso de laxantes, após uma orgia alimentar entretanto um distúrbio semelhante ocorre com mulheres diabéticas que necessitam usar insulina, em vez de recorrer aos laxantes ou vomitório, reduz ou omite o uso da insulina na tentativa de perder peso.
Sem insulina suficiente não há como queimar açúcar e o organismo busca energia na queima de gordura estocada no corpo. Sendo que esta atitude sobrecarrega o organismo de glicose, e glicose em excesso é tóxica, levando ao mal controle do diabetes e até a morte.
Quem age assim necessita de ajuda especializada pois tem mais problemas emocionais.
Sentir e ceder ocasionalmente uma tentação alimentar é perfeitamente natural, importante é aprender a lidar com ela antes que provoque descontrole glicêmico.
Comer espontaneamente e controlar a glicemia divergem bastante e isto pode ser difícil de efetuar. Mas há maneiras de encaixar alimentos favoritos sem acabar com o controle diabético.
Ao usar insulina ou hipoglicemiante oral converse com seu terapeuta para ajustar a insulina ou hipoglicemiante oral para aquele carboidrato adicional.
Se comer algo que não está acostumado monitore a glicemia ante e após comer para saber como aquela guloseima afetou a glicemia.
Lembre que a atividade física gasta justamente a glicose extra.
Qualquer alimento pode fazer parte de um plano alimentar saudável, consulte um nutricionista.
Aprenda a perceber se é fome ou apetite, fome é fisiológico, apetite é psicológico. Reconheça que emoções podem levar a comer sem estar com fome. Elabore um diário alimentar, anotando tudo o que come, bebe, horários, local, emoção que está sentindo ( ansiedade, solidão, raiva, tédio e etc) e após alguns dias irá perceber uma tendência aparecendo, estabeleça então um plano de ação ou peça ajuda a um (a) nutricionista, e conforme o caso auxílio a um(a) psicólogo.
Beba bastante água, faça refeições e lanches regularmente. Inclua alimentos ricos em fibra, alimentos bem temperados à fim de promover maior saciedade, conte os carboidratos, mas também gratifique-se ocasionalmente, tudo com moderação.
Pensamento Crítico
Nós, seres humanos, não aceitamos bem as críticas sobre nossos atos e atitudes. Só que existe dentro da gente uma energia muito interessante, que vibra no sentido da busca do equilíbrio interior. Esta energia chama-se pensamento crítico. O pensamento crítico funciona como uma balança consciente das nossas razões, dando um formato ideal para que possamos viver de bem com a vida e em harmonia constante. Saber respeitar o pensamento crítico, analisando suas potencialidades, seus prós e contras, é a certeza de estarmos definindo com clareza o melhor caminho a ser seguido.
Quando o pensamento crítico transformar-se na sua voz interior, preste bem atenção! Sempre valerá a pena escutar alguém com bastante experiência.
Lembre-se: saber ouvir é uma das mais importantes lições a serem aprendidas nesta viagem pelo planeta Terra.
Quando o pensamento crítico transformar-se na sua voz interior, preste bem atenção! Sempre valerá a pena escutar alguém com bastante experiência.
Lembre-se: saber ouvir é uma das mais importantes lições a serem aprendidas nesta viagem pelo planeta Terra.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Apaixone-se por...
Apaixone-se definitivamente por VOCE!APAIXONE-SE RÁPIDO! O PODER DE DECISÃO SÓ PERTENCE A VOCE!
Apaixone...
Apaixone-se pela IDÉIA de ser verdadeiramente FELIZ.Felicidade encontra-se de sobra nas prateleiras de seus recursos interiores.
Apaixone-se...
Apaixone-se por seus PONTOS FORTES, mesmo que os pontos fracos insistam em ficar em alto relevo no seu cérebro.
Apaixone...
Apaixone-se pela DANÇA DA VIDA que esta sempreem movimento dentro da gente, mas que,por defesas nós teimamos em algemar.
Apaixone
Apaixone-se por ALGUEM, não espere alguémse apaixonar antes por você, só por garantia e segurança
Apaixone-se...
Apaixone-se por aquelas BESTEIRAS SAUDÁVEISque passam por sua mente entre um e outro momento de estresse.Elas ajudam a sobreviver!
Apaixone-se
Apaixone-se pelas suas MEMÓRIAS mais deliciosasNinguém pode tirá-la de dentro de você e elas sãoexcelentes fontes de inspiração em momentos de dor.
Apaixone-se por...
Apaixone-se pelo seu CORPO.Mesmo que ele esteja fora de forma, pois de"qualquer forma" ele é a única casa que você realmente possui.Desapaixone-se de seus medos... Eles minam sua alegria de viver.
Morrer é preciso
Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas a ausência de vida e isso é um erro, existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia.
A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação, não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio.
A morte nada mais é que o ponto de partida para o início de algo novo, a fronteira entre o passado e o futuro.
Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente;
Quer ser um bom profissional?
Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas;
Quer ter um bom relacionamento?
Então mate dentro de você o jovem inseguro, ciumento, crítico, exigente, imaturo, egoísta ou o solteiro solto que pensa que pode fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projeto e tempo com mais ninguém;Quer ter boas amizades?
Então mate dentro de si a pessoa insatisfeita e descompromissada, que só pensa em si mesmo; Mate a vontade de tentar manipular as pessoas de acordo com a sua conveniência. respeite seus amigos, colegas de trabalho e vizinhos enfim todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior.
E qual o risco de não agirmos assim?
O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade, e, por fim prejudicando nosso sucesso .
Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam e acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados, podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que mantemos as virtudes de criança que também são necessários: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, tolerância, etc.
Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudesinfantis, para passarmos a agir como adultos.
Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e evoluído?
Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, é o "egoísmo" é o "egocentrismo", para que nasça o ser que você tanto deseja ser.
Pense nisso e morra, mas, não esqueça de nascer melhor ainda.
A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação, não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio.
A morte nada mais é que o ponto de partida para o início de algo novo, a fronteira entre o passado e o futuro.
Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente;
Quer ser um bom profissional?
Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas;
Quer ter um bom relacionamento?
Então mate dentro de você o jovem inseguro, ciumento, crítico, exigente, imaturo, egoísta ou o solteiro solto que pensa que pode fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projeto e tempo com mais ninguém;Quer ter boas amizades?
Então mate dentro de si a pessoa insatisfeita e descompromissada, que só pensa em si mesmo; Mate a vontade de tentar manipular as pessoas de acordo com a sua conveniência. respeite seus amigos, colegas de trabalho e vizinhos enfim todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior.
E qual o risco de não agirmos assim?
O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade, e, por fim prejudicando nosso sucesso .
Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam e acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados, podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que mantemos as virtudes de criança que também são necessários: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, tolerância, etc.
Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudesinfantis, para passarmos a agir como adultos.
Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e evoluído?
Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, é o "egoísmo" é o "egocentrismo", para que nasça o ser que você tanto deseja ser.
Pense nisso e morra, mas, não esqueça de nascer melhor ainda.
Sua Janela
O que a gente vê é o que vale, não importa que alguém bem perto esteja vendo algo diferente.
A mesma estrada, para uns, é infinita, e para outros, curta. Para uns, o pedágio sai caro; para outros, não pesa no bolso. Boa parte dos brasileiros acredita que o país está melhorando, enquanto que a outra perdeu totalmente a esperança. Alguns celebram a tecnologia como um fator evolutivo da sociedade, outros lamentam que as relações humanas estejam tão frias. Uns enxergam nossa cultura estagnada, outros aplaudem a crescente diversidade. Cada um gruda o nariz na sua janela, na sua própria paisagem.
A mesma estrada, para uns, é infinita, e para outros, curta. Para uns, o pedágio sai caro; para outros, não pesa no bolso. Boa parte dos brasileiros acredita que o país está melhorando, enquanto que a outra perdeu totalmente a esperança. Alguns celebram a tecnologia como um fator evolutivo da sociedade, outros lamentam que as relações humanas estejam tão frias. Uns enxergam nossa cultura estagnada, outros aplaudem a crescente diversidade. Cada um gruda o nariz na sua janela, na sua própria paisagem.
Viver é um espetáculo imperdível...
Viver é um espetáculo imperdível Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência. Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem. Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". É ter capacidade de dizer "eu te amo". Faça da sua vida um canteiro de oportunidades. Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.
Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria. E, quando você errar o caminho, comece tudo de novo. Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas é usar as lágrimas para irrigar a tolerância, usar as perdas para refinar a paciência, usar as falhas para esculpir a serenidade, usar a dor para lapidar o prazer, usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível...
Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria. E, quando você errar o caminho, comece tudo de novo. Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas é usar as lágrimas para irrigar a tolerância, usar as perdas para refinar a paciência, usar as falhas para esculpir a serenidade, usar a dor para lapidar o prazer, usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível...
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